Blues · Música · Ensino

Blog Leonardo Nascimento

Um canal aberto para conversarmos sobre minhas atividades docentes, a Leonardo Nascimento Blues Band e os muitos mundos da música.

Seja bem-vindo ao meu blog! Este é um espaço para compartilhar ideias, experiências, projetos e assuntos ligados à música e ao ensino. Por aqui, quero manter um canal aberto para a nossa interação — e você, é claro, será sempre bem-vindo.

A música não se limita ao momento em que pegamos um instrumento, subimos ao palco ou entramos em uma sala de aula. Ela também está nas conversas, nas descobertas, nas perguntas e nas possibilidades que surgem quando nos dispomos a aprender e compartilhar.

Leia também: O chamado para o Blues: 32 anos de uma paixão que não se apaga

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Apresentação do blog · 03 de outubro de 2026

Seja bem-vindo ao meu blog!

Seja bem-vindo ao meu blog! Por aqui, teremos um canal aberto para comunicação, com assuntos voltados às minhas atividades docentes, à Leonardo Nascimento Blues Band e ao mundo da música. Será por aqui que estaremos interagindo e você, é claro, será sempre bem-vindo.

Sábado, 03 de outubro de 2026, damos início à nossa interação...

Pois é, chegou a hora de abrir mais um espaço para compartilhar ideias, experiências, informações e, principalmente, conversar sobre aquilo que faz parte do meu universo: a música e o ensino.

A proposta é simples: criar um ponto de encontro. Um lugar onde possamos falar sobre diferentes assuntos, trocar experiências e acompanhar um pouco mais de perto as atividades que desenvolvo. Afinal, a música não se limita ao momento em que pegamos um instrumento, subimos ao palco ou entramos em uma sala de aula. Ela também está presente nas conversas, nas descobertas, nas perguntas e nas inúmeras possibilidades que surgem quando nos dispomos a aprender e a compartilhar.

Música, ensino e muitas possibilidades

Como profissional da música e professor, tenho a oportunidade de transitar por diferentes ambientes musicais. Cada um deles apresenta suas particularidades, seus desafios e suas possibilidades. E é justamente essa diversidade que torna tudo tão interessante!

A atividade docente, por exemplo, permite uma troca constante. Ao mesmo tempo em que compartilhamos conhecimentos com os alunos, também temos a oportunidade de aprender com suas experiências, suas dúvidas e suas maneiras de compreender a música. Cada encontro pode trazer uma nova perspectiva, uma descoberta ou até mesmo uma pergunta que nos leva a refletir sobre algo que parecia já estar resolvido.

E isso é muito bom!

Ensinar música vai muito além de apresentar técnicas, exercícios ou repertórios. Existe também o desafio de estimular a curiosidade, ampliar horizontes e ajudar cada aluno a descobrir suas próprias possibilidades. Afinal, cada pessoa tem uma relação particular com a música, e respeitar essas diferenças faz parte do processo.

É claro que, ao longo desse caminho, também surgem questões relacionadas à prática musical, aos estudos, à interpretação, aos instrumentos e às diferentes maneiras de compreender uma obra. São assuntos que merecem ser discutidos e que certamente poderão aparecer por aqui.

E o Blues?

Bem, quem acompanha a Leonardo Nascimento Blues Band já sabe que o Blues ocupa um espaço importante nesse universo. E, como não poderia deixar de ser, ele também estará presente neste blog!

O Blues tem uma história, uma linguagem e uma maneira muito particular de se comunicar. É um universo que nos permite conversar sobre música, interpretação, improvisação e expressão. Mas não pense que ficaremos restritos a esse território!

O mundo musical é amplo demais para que nos limitemos a uma única possibilidade. Existem estilos, compositores, intérpretes e tradições que se relacionam, dialogam e, muitas vezes, nos surpreendem quando menos esperamos.

Por isso, além das atividades da banda, poderemos conversar sobre outros gêneros musicais, repertórios, experiências e descobertas. A ideia é justamente essa: manter as portas abertas para diferentes assuntos, sem perder de vista aquilo que nos reúne aqui.

Um espaço para compartilhar

Quero que este blog seja também um espaço de aproximação. Um canal por meio do qual você possa acompanhar minhas atividades, conhecer projetos, ficar por dentro de apresentações e encontrar assuntos que despertem seu interesse.

Nem sempre precisamos ser especialistas em determinado assunto para conversar sobre ele. Muitas vezes, basta a curiosidade, a disposição para ouvir e a vontade de conhecer algo novo. E a música oferece inúmeras oportunidades para isso.

Talvez você chegue aqui por gostar de Blues. Talvez seja aluno de música, professor, instrumentista ou alguém que simplesmente aprecia ouvir uma boa canção. Seja qual for o motivo, espero que encontre por aqui assuntos que façam sentido para você.

Também quero compartilhar um pouco das diferentes atividades que fazem parte da minha trajetória profissional. A docência, as apresentações musicais e o contato com diferentes repertórios são experiências que oferecem muitos assuntos para conversar. E este será um espaço para reunir algumas dessas experiências e transformá-las em diálogo.

É claro que nem tudo precisa ser tratado com formalidade. A música também é encontro, diversão, curiosidade e prazer. Portanto, espero que nossas conversas tenham essa mesma característica: que possamos falar de assuntos sérios quando necessário, mas também aproveitar a leveza que a música tantas vezes nos proporciona.

Vamos começar?

Este é o início da nossa interação por aqui. Ainda temos muito assunto pela frente, muitas músicas para conhecer e muitas ideias para compartilhar.

Aos alunos, colegas, amigos, músicos e a todos aqueles que chegarem a este espaço, deixo o meu convite: acompanhem as publicações, participem das conversas e voltem sempre que quiserem.

Afinal, um blog só ganha vida quando existe alguém do outro lado disposto a ler, pensar, comentar e compartilhar.

Sejam todos muito bem-vindos!

E, para começar, fica uma pergunta: quais assuntos relacionados à música você gostaria de encontrar por aqui? Blues, violão, ensino musical, bandas, compositores, repertórios ou outros temas? Vamos conversar!

Um grande abraço e até a próxima postagem!

Recital · 04 de outubro de 2026

Recital de Violão: outros mundos musicais

Poucos de vocês, suponho, conhecem o meu lado musical além do bluseiro — pois é, existem outros! Como profissional da música, uma das muitas dádivas é poder flertar com vários “mundos musicais”, conhecê-los e experimentá-los por meio da vivência com os alunos.

Pois é... um desses meus “mundos musicais” entrará em cena nesta sexta-feira!

No dia 09 de outubro, você está convidado para o meu Recital de Violão. Em minha proposta, nosso encontro musical será dividido em dois momentos, cada um com suas características, suas sonoridades e suas possibilidades de nos levar a diferentes experiências musicais.

E não pense que será uma viagem restrita a um único universo. A ideia é justamente passear por diferentes linguagens, aproximando repertórios que, à primeira vista, podem parecer bastante distantes uns dos outros.

Primeiro momento: o universo erudito

Com obras de Heitor Villa-Lobos, Johann Sebastian Bach, Leo Brouwer e Leonardo Nascimento (eu!), teremos o nosso momento erudito.

A música de concerto oferece um universo muito particular de possibilidades interpretativas. É um território no qual podemos explorar a construção musical, a sonoridade do instrumento, as nuances de interpretação e a relação entre o intérprete e a obra.

E o violão, nesse contexto, tem muito a nos oferecer!

Quem conhece o instrumento sabe que ele permite uma grande variedade de recursos expressivos. Podemos trabalhar diferentes timbres, explorar contrastes de intensidade e construir interpretações que revelam aspectos muito particulares de cada composição.

Ao reunir compositores de diferentes épocas e trajetórias, a proposta é apresentar um pouco dessa diversidade. Bach, Villa-Lobos e Leo Brouwer representam nomes importantes para quem deseja conhecer diferentes possibilidades da escrita musical e do repertório para violão. E, sim, teremos também uma composição minha!

A presença de uma obra autoral nesse repertório é mais uma oportunidade de compartilhar diferentes aspectos da minha relação com a música. Afinal, interpretar obras de outros compositores e apresentar uma composição própria são experiências distintas, cada uma com seus desafios e suas particularidades.

Será um momento dedicado à escuta, à interpretação e ao contato com diferentes possibilidades musicais.

Segundo momento: outros caminhos musicais

E depois do momento erudito? Bem, vamos mudar um pouco de cenário!

No segundo momento, teremos Yes, Alceu Valença, Coldplay, Bessie Smith e um Standard de Jazz.

Pois é, meus amigos! Temos aqui uma boa mistura de referências musicais.

Do rock progressivo do Yes à música de Alceu Valença, passando pelo universo do Coldplay, pelo Blues de Bessie Smith e pela linguagem de um Standard de Jazz, nosso repertório passeia por diferentes estilos e propostas musicais.

E é justamente aí que está a graça!

A música possui muitas linguagens, e cada uma delas oferece diferentes maneiras de organizar os sons, construir frases, trabalhar ritmos e transmitir ideias. Quando nos permitimos conhecer esses universos, percebemos que o aprendizado musical não precisa ficar preso a fronteiras rígidas entre os estilos.

Um músico pode estudar o repertório erudito e, ao mesmo tempo, interessar-se pelo rock, pelo Blues, pelo Jazz ou pela música brasileira. Uma experiência não precisa excluir a outra. Pelo contrário: o contato com diferentes repertórios pode ampliar nossa percepção e abrir novas possibilidades de interpretação.

É claro que cada estilo tem suas particularidades, e conhecer essas diferenças faz parte da experiência. Mas a curiosidade musical nos permite justamente experimentar, comparar e descobrir novas maneiras de ouvir e compreender a música.

Essa diversidade também está relacionada à minha atividade como professor. O contato com diferentes repertórios faz parte da experiência musical e oferece oportunidades para explorar caminhos variados. Afinal, a música é ampla, e quanto mais nos dispomos a conhecê-la, mais possibilidades encontramos.

E o Blues, ficaria de fora?

Ah, não posso esquecer... nosso encontro será no Em Tempo Estúdio, escola em que tenho o prazer de lecionar, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

E tem mais uma coisa: você reparou que o Blues também estará presente, com Bessie Smith?

Ah, você não achou que ele ficaria de fora dessa, né?

Seria difícil falar de tantos mundos musicais e deixar o Blues de lado! Sua presença no repertório ajuda a completar essa viagem por diferentes linguagens e referências.

E não se trata apenas de incluir um estilo musical entre tantos outros. A proposta é justamente mostrar que podemos transitar por diferentes universos sem precisar abandonar nossas referências. O Blues faz parte desse caminho, mas não impede que exploremos outras possibilidades. Pelo contrário, cada experiência pode contribuir para ampliar nossa maneira de compreender e fazer música.

Um convite para compartilhar música

Mais do que apresentar um repertório, quero convidar você para compartilhar esse momento comigo.

Recitais são oportunidades de encontro entre músicos e público. É quando o trabalho de preparação, estudo e interpretação ganha a dimensão da apresentação e passa a fazer parte de uma experiência compartilhada.

Por isso, será um prazer receber você no Em Tempo Estúdio para esse encontro musical. Se você já conhece alguns desses compositores e artistas, poderá reencontrá-los em um contexto diferente. Se ainda não conhece todos eles, quem sabe essa não será uma boa oportunidade para descobrir novas referências?

Afinal, nunca sabemos exatamente qual música poderá despertar nosso interesse por um novo estilo ou nos levar a conhecer um compositor que ainda não fazia parte do nosso repertório pessoal.

Te espero lá!

Deixo aqui as informações para você garantir o seu ingresso:

  • Evento: Recital de Violão — Leonardo Nascimento
  • Data: sexta-feira, 09 de outubro de 2026
  • Local: Em Tempo Estúdio, Zona Sul do Rio de Janeiro
  • Ingressos: consulte as informações de compra e os detalhes do evento.

Até lá, nos falaremos por aqui...

Grande abraço!

Domingo, 04 de outubro de 2026.

Reflexão · 11 de outubro de 2026

O chamado para o Blues: 32 anos de uma paixão que não se apaga

Você consegue imaginar a felicidade de levar à frente aquilo para o qual foi chamado? Eu me refiro ao Blues.

O meu chamado para a música, como você já sabe e está registrado em meu livro Da África para os Estados Unidos e o Mundo Blues: Uma Viagem Musical, se deu através dele: o Blues. Para ser bem específico, esse chamado aconteceu através de Stevie Ray Vaughan.

Era uma noite de domingo, e o ano era 1994. Ao sair do culto noturno, me deparei com ele enquanto procurava por “algo interessante” na TV. Lá estava ele, o Blues, personificado em Stevie Ray Vaughan!

Eu não entendia o que SRV cantava, por conta das minhas dificuldades com a língua inglesa naquela época. Mas aquela música me capturou. Cada acorde (eu nem sabia o que era isso!), cada nota despertava em mim uma chama que nunca mais se apagou. Muito pelo contrário: ela se mantém acesa e queima todos os dias.

Pois bem, os anos se passaram. (Uau! Lá se vão 32 anos!!!) E cá estou eu, conversando com você e levando o Blues adiante... Não é uma maravilha?!

É, realmente é uma bênção divina receber um chamado e permanecer nele. Afinal, como dizem as Sagradas Escrituras:

“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” (Eclesiastes 9:10).

Para terminar nosso papo diário, quero te fazer um convite!

No dia 31 de outubro, estarei no Teatro Armando Gonzaga, em Marechal Hermes, com o espetáculo Uma Noite de Rock e Blues. Ah, nem preciso te dizer que vai ter Blues, né?

Pensando bem, tenho que colocar a frase anterior no plural: NÓS estaremos no Teatro Armando Gonzaga!

A pluralidade dessa frase se deve ao fato de que não estarei sozinho, já que as bandas Contato Vital e Libro estarão comigo. Com eles, você vai curtir muito rock'n'roll, aliás, rock'n'roll de altíssima qualidade! E a Leonardo Nascimento Blues Band terá a missão de levar o meu chamado ao repertório da noite.

Se programe! Vai ser muito bom ter você conosco.

Em breve, vou deixar todas as informações sobre Uma Noite de Rock e Blues aqui e em minhas redes sociais. Arte de divulgação, vídeos promocionais, link para ingressos... Tudo vai estar aqui e nas redes.

Nos vemos no dia 31?

Bem... finalizo aqui. Bom domingo para você! Deus te abençoe, sempre!

Para você refletir

“Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” (Isaías 49:15).

Reflexão · 14 de outubro de 2026

A Paternidade

É manhã de quarta-feira... Enquanto escrevo estas linhas, contemplo meu filho jogar videogame após realizar suas tarefas de estudo da língua inglesa.

Atrás de mim, e ainda atrás do vento suave que vem do ventilador (o calor está chegando ao Rio!), ouço o também suave ronco de sua irmã, que ainda repousa em sua cama.

Inserido nesta cena, reflito sobre a paternidade... Quem iria acreditar que este dia chegaria, já que, alguns anos atrás, eu era uma criança como eles são agora?

É viver o que diz a Sagrada Escritura: “Geração vai, geração vem...” O final do célebre pensamento de Salomão — “...mas a terra permanece para sempre” — foi propositalmente deixado de lado neste momento, mas você pode encontrá-lo no livro de Eclesiastes, em seu primeiro capítulo, no versículo quatro.

Voltando à contemplação do filho a jogar e ao som da filha a repousar, lembro que tive o prazer de assistir à chegada dos dois. Foram dois partos confusos, trabalhosos, mas, sobretudo, milagrosos, já que nossa família pôde, mais uma vez, sentir o cuidado que o Criador tem conosco.

Sim! Os filhos nasceram, e nós sentimos o carinho e o amor que Deus tem por nós.

Eles nasceram. E hoje crescem, e crescem... e crescem... (Será que terei a oportunidade de ver a próxima geração?)

Bem, está chegando um “novo filho”! Não, este não é um “filho carnal”, mas musical: I Got the Blues está no forno e já tem “data para nascer”.

Como mencionei sobre meus filhos biológicos, presenciei o nascimento deste também. Na verdade, estou envolvido desde sua concepção, sendo ele gerado a partir da experiência do meu chamado para o Blues, com Stevie Ray Vaughan.

I Got the Blues conta uma história que se passou lá em 1994, quando nem sonhava em ter meus filhos biológicos. Mas, com total certeza, Aquele que governa minha vida estava presente, me direcionando a ligar a TV e encontrar aquele “som mágico” que me tocou e nunca mais saiu da minha vida.

Pronto! O parto de I Got the Blues está marcado. Neste caso, não só eu irei presenciar, mas também faço o convite a você para que compartilhe deste momento comigo: o nascimento de I Got the Blues.

Será que, daqui a uns anos, iremos contemplar este “filho” como contemplo os biológicos agora? Não sei.

Vou terminar retornando a Salomão: “Geração vai, geração vem...” Neste caso, creio que I Got the Blues, futuramente, irá ganhar alguns irmãos.

Boa quarta-feira! Deus te abençoe.

Reflexão · 17 de outubro de 2026

Olhando pela janela

São 11h31 da manhã neste exato momento em que começo a escrever estas linhas. Acabei de embarcar em um trem urbano e trago, aos ouvidos, uma canção do Dream Theater: This Is the Life. Diante dos meus olhos, contemplo pouco mais de uma dezena de pessoas. Sabe-se lá se estão a passeio ou em busca do sustento.

Enquanto o trem segue seu caminho pelos trilhos, contemplo a paisagem pela janela, tendo como trilha sonora a canção acima mencionada. 🎼🎼

“Some of us choose to live gracefully. Some can get caught in the maze and lose their way home.”

Essa canção está me levando a refletir sobre o caminho das nossas vidas. E utilizo a história que estou vivendo com meus companheiros de viagem — a do trem — como metáfora...

O trem da nossa vida está seguindo sua linha. São várias estações até a parada final...

(Calma aí! A canção acabou. Vou precisar repeti-la para não perder a trilha sonora.)

Pronto! Voltemos!

Como eu dizia, o trem da nossa vida está seguindo... Sabemos que haverá uma estação final, mas qual será ela? De onde estou agora até o meu destino final — ainda estou falando do trem —, creio que serão umas quinze ou dezesseis estações. Mas será que, no trem da vida, ainda teremos quinze ou dezesseis anos... dias... meses? Não sabemos.

Assim como neste trem urbano, não vemos o condutor. Na realidade, neste trem em que estou agora, nem sequer ouço sua voz. Ouço somente uma voz artificial que informa os nomes das estações que serão as paradas provisórias desta composição.

No trem da vida, também não vemos o condutor. Cremos nele. Sabemos que ele já estava lá antes mesmo de nos criar e, pela fé que temos nele, deixamos que nos conduza até onde deseja. E cremos que a parada final será ao seu lado.

Como é bom saber que tenho um condutor! Que graça saber que ele mesmo me colocou neste trem, mesmo contra todos aqueles que queriam que eu não estivesse nele! Depois converso com você sobre o início da minha jornada.

“Some of us choose to live gracefully. Some can get caught in the maze and lose their way home...” 🎼🎼🎼

Conduza, meu condutor! A condução é sua. Este passageiro — agora, do trem da vida — é seu. Condutor, o trem inteiro é seu!

(Vou repetir a canção. Será a terceira vez desde que entrei neste trem... De novo, o trem!)

Bom fim de semana! Que o Condutor te conduza.

Reflexão · 19 de outubro de 2026

Conexões

Manhã de uma chuvosa segunda-feira no Rio de Janeiro... São 10h21 da manhã e, até o momento, o que dá a entender é que o dia será ameno em sua temperatura. Bem, deixemos isso de lado.

Conexões... ou conexão. Seja no plural ou no singular, tenho refletido sobre essas palavras e seus efeitos em nossas vidas. Após procurar seus significados, encontrei a seguinte definição: “unir, ligar ou relacionar duas ou mais ideias, pessoas ou coisas”.

Pois é, posso dizer também “conectar”, já que esta palavra está tão em moda ultimamente? Sim! Conectar. Conexões. Relacionar nossa história com a de outro(s). Na verdade, fazer com que ela seja uma história única e plural.

E a quantos a minha história está conectada? Muitos! Meus pais, irmã, esposa, filhos, tios e tias, alunos, professores... amigos... seguidores (palavra tão utilizada no “mundo virtual” — prefiro “amigos”)! São muitas as conexões e, no próximo parágrafo, vou te contar por que estou refletindo sobre isso. Vamos a ele?

No último sábado, dia 17, tive uma longa conversa com Peter Nichols. A chamada de vídeo, que durou mais de uma hora, passou por temas envolvendo a família, música, notícias do Brasil e dos Estados Unidos da América, futebol (hilário o Peter me perguntar sobre o Flamengo!) e “coisas da vida”.

Essa conversa me fez pensar no fato de estar conectado com alguém de outro país, que fala outra língua — algo que me ajuda demais a praticar o idioma natural dele. Só mesmo quem nos conecta para realizar isso!

Conheci o Peter em 2011, através da igreja, e... Olha aí, mais conexões!

Bem, seguindo as conexões, deixo aqui o link para você adquirir seu ingresso para Uma Noite de Rock e Blues, no Teatro Armando Gonzaga. Será uma oportunidade maravilhosa para estreitarmos nossas conexões e começarmos outras com pessoas com quem ainda não temos esse vínculo.

Acesse o link abaixo e venha compartilhar esse momento conosco!

Ingresso aqui:
Comprar ingresso para Uma Noite de Rock e Blues

Por último, prepare-se para o dia 27 de outubro. Será uma terça-feira, e estarei no Nova Iguaçu Country Club, no Encontro de Arte e Cultura.

Bem, o convite virá melhor em breve! Por ora, fico por aqui, porque tenho que responder e orientar alguns alunos... Mais conexões!

Boa segunda-feira! Deus te abençoe!

Reflexão · 20 de outubro de 2026

Privilegiado

23h03 desta terça-feira. E tudo bem se você ler estas linhas amanhã (ou até em outro dia).

Fim de uma terça-feira agitada musicalmente. Enquanto escrevo, ouço a música “Lenha pra Queimar”, do Resgate, e confiro o resultado do jogo do Vasco. Não sou vascaíno, mas, como meus alunos falaram bastante sobre o confronto de hoje entre Boca Juniors e Vasco, vale a pena conferir o resultado e depois alimentar os comentários com eles. Afinal, conversa com aluno também passa por essas coisas, não é mesmo? E que legal ver o Resgate acompanhado pelo Manga, “eterno” Oficina G3, e pelo Marcão, do Fruto Sagrado! É bom demais acompanhar esses encontros e perceber como a música continua criando pontes entre pessoas, histórias e gerações.

Como disse, o dia foi agitado e, agora, acrescento a palavra “prazeroso”, porque é esse o sentimento. Acordar e poder respirar música durante todo um dia produtivo é... Bem, vou trocar “prazeroso” por “privilegiado”. Permita-me essa troca.

Acordar, falar com Deus, ler Sua Palavra, mergulhar na música e encontrar nela prazer e sustento é um privilégio, concorda? Não estou falando de um dia em que tudo saiu perfeitamente como planejado, nem de uma rotina sem cansaço. Pelo contrário: basta olhar a lista do que aconteceu hoje para entender que o dia foi cheio. Tivemos aulas dadas, aulas programadas, repertório revisado, repertório e editais a serem estudados e ensaio com o coral. Ufa! Que dia!

E, no meio de tudo isso, existe algo que às vezes pode passar despercebido: a possibilidade de trabalhar com aquilo que se ama. Claro que há responsabilidades, prazos, preparação, estudo e momentos em que o corpo pede descanso. A música não deixa de ser profissão só porque também é paixão. Há tarefas que exigem concentração, disciplina e insistência, mesmo quando a vontade é simplesmente parar um pouco. Mas, quando olho para o conjunto, percebo que existe uma alegria muito particular em poder dedicar boa parte do meu dia à música e, por meio dela, cuidar também do sustento da minha família.

Sabe, não lembro com exatidão o momento em que a música passou a ocupar esse espaço tão grande na minha vida. Não sei apontar um dia específico, uma conversa ou um acontecimento que tenha determinado tudo. Sei apenas que, há alguns anos, ela passou a tomar boa parte dos meus dias. E o “tomar” não significa apenas preencher a agenda: significa estar presente nos pensamentos, nos estudos, nas aulas, nos ensaios e até nos pequenos intervalos entre uma atividade e outra.

A certeza é que, há alguns anos, aconteceu uma união muito bonita entre prazer e profissão. Por isso o “privilegiado” que mencionei acima. E como não me sentir assim, não é mesmo? Respirar música diariamente e ter nela o sustento da família me leva a essa certeza. Não é pouca coisa. Em meio à correria, às obrigações e às preocupações que fazem parte da vida, reconhecer isso me ajuda a não tratar como comum aquilo que merece gratidão.

(Fogos! Aguarde um pouco. Deve ser por conta do jogo...)

E não é que o Vasco perdeu? Pela quantidade de fogos que ouvi na vizinhança, achei que o “cruzmaltino” havia vencido. É engraçado como, mesmo quando estamos ocupados com nossos próprios assuntos, a vida ao redor entra pela janela, pelo ouvido, pela conversa e acaba participando do nosso texto. Eu aqui, falando de música, trabalho e privilégio, e o futebol aparecendo no meio da reflexão. Faz parte. A vida não espera que a gente termine um parágrafo para continuar acontecendo.

(Retornando.) Não lembro o momento exato em que a música passou a “tomar” todo o meu dia. O que sei é que ela se tornou parte essencial da minha rotina e da maneira como enxergo o trabalho. Talvez por isso eu tenha escolhido a palavra “privilegiado” em vez de simplesmente “prazeroso”. O prazer descreve o sentimento que a música me proporciona; o privilégio me faz olhar também para a oportunidade, para a responsabilidade e para a gratidão que vêm junto.

E, quando penso que esse trabalho também contribui para o sustento da minha família, a palavra ganha ainda mais sentido. A música não fica restrita ao palco, à sala de aula ou ao ensaio. Ela participa da vida que construímos em casa. Está nos horários, nos compromissos e, de alguma maneira, no cotidiano de quem convive comigo. Nem sempre dá para separar perfeitamente o músico da pessoa que sou fora do trabalho. Talvez nem seja necessário.

— Pai, posso assistir Bluey?

Eis o pedido da minha filha. Segundo ela, assistir a Bluey antes de dormir faz parte da sua rotina. Essas crianças! Eu aqui tentando concluir minhas reflexões sobre a música, o trabalho e o privilégio, e a vida me lembrando de que há outra rotina acontecendo ao meu lado: a rotina da minha caçula, que ainda quer ver mais um episódio antes de fechar os olhos.

E tudo bem. Na verdade, há algo bonito nessa interrupção. O dia não é feito apenas das tarefas que planejamos ou das atividades que conseguimos riscar da lista. Também é feito desses pedidos, dessas pequenas conversas e dos momentos simples que, enquanto acontecem, parecem comuns, mas que dão forma à nossa história. Entre uma música e outra, entre uma aula e um ensaio, há uma família, há crianças crescendo e há noites que terminam mais tarde do que a gente imaginava.

Bem, o Vasco perdeu, a música do Resgate terminou faz tempo (e olha que a ouvi duas vezes) e você já percebeu que a noite aqui será longa. Que venham muitos episódios de Bluey até o sono da minha caçula chegar...

Observação: Bluey é um desenho animado australiano que as crianças aqui adoram.

Ah, antes de terminar: “I Got the Blues” já tem data de estreia. Anote aí que depois conversamos: 6 de novembro. Mais adiante, conto melhor essa história. Por enquanto, fica o registro, porque algumas novidades merecem ser compartilhadas mesmo quando a noite já está avançada e a casa ainda não silenciou.

Boa noite para você, porque, por aqui, ainda estamos no primeiro episódio do desenho animado.

Deus te abençoe!

Reflexão · 24 de outubro de 2026

A Bênção do Ensino

Manhã de sábado, 24 de outubro de 2026, mas com uma reflexão da última quinta-feira...

Como é bom presenciar o desenvolvimento do estudante! Já que falei em quinta-feira, refiro-me — e generalizo — à história vivida no Projeto Tangedores, um dos projetos em que leciono, na Primeira Igreja Batista em Bairro Grajaú, em Nova Iguaçu. Sim! Como é gratificante construir, com eles, os alunos, todo esse processo de ensino e aprendizagem.

Na última quinta-feira, começamos o estudo do hino 222 do Cantor Cristão, adotado nas Igrejas Batistas. Sua melodia, que tem o sabor do título do hino, levou-me à reflexão. “Manso e Suave...” A melodia que saía do violão deles me transportou às semanas e aos meses anteriores e à certeza de estar presenciando o desenvolvimento de pessoas que, como eu, têm um chamado artístico.

Não me canso de dizer a eles: “Com vocês, ensino e aprendo!” E, aqui, posso afirmar que o retorno afetivo e artístico-profissional é garantido.

Quantos deles, semanas e meses atrás, eram “meninos” na música, cheios de talento e motivação para aprender, prontos para seguir em uma direção sem saber ao certo para onde estavam indo. Neste sentido, aparece a figura do professor. E aqui reside a minha gratidão: poder direcionar tantos músicos talentosos com o mesmo cuidado e dedicação com que fizeram comigo.

É muito especial acompanhar esse processo de crescimento. Às vezes, o desenvolvimento acontece aos poucos, em detalhes que talvez passem despercebidos para quem olha de fora. Uma passagem que começa a soar melhor, uma melodia executada com mais segurança, uma nova compreensão do que está sendo estudado... São sinais de que o trabalho está dando frutos.

E, quando chega o momento de tocar uma música que antes parecia distante, o professor também é levado de volta ao caminho percorrido. Aquele som que agora sai do instrumento traz consigo os ensaios, as dúvidas, as repetições e as descobertas que fizeram parte da caminhada. É nesse instante que percebemos que o ensino não se resume ao conteúdo apresentado em uma aula. Ele também se constrói no tempo, na convivência e na dedicação de todos os envolvidos.

Por isso, quando digo “Com vocês, ensino e aprendo”, não se trata apenas de uma frase bonita. É algo que experimento na prática. Cada aluno tem sua maneira de compreender a música, suas facilidades, seus desafios e suas perguntas. E acompanhar essas diferenças também me faz refletir sobre a minha própria atuação como professor e músico.

Ensinar é compartilhar aquilo que aprendemos ao longo da vida, mas é também reconhecer que o conhecimento continua em movimento. A cada encontro, existe a oportunidade de rever caminhos, descobrir outras possibilidades e compreender que cada estudante percorre uma trajetória particular. O papel do professor é orientar, incentivar e oferecer ferramentas para que esse caminho seja trilhado com mais consciência e segurança.

Talvez seja por isso que a experiência vivida na última quinta-feira tenha me levado a escrever estas linhas. Ao ouvir a melodia de “Manso e Suave” sendo construída pelos alunos, fui lembrado de quanto tempo já passou desde os primeiros passos de cada um deles. E, ao mesmo tempo, percebi que ainda há muito pela frente. O desenvolvimento musical não termina em uma aula ou em uma apresentação: é um processo contínuo, feito de novas descobertas e possibilidades.

Sigamos em frente porque, em breve, muitos que hoje residem apenas nestas linhas trarão a sua música até você, querido leitor. Será muito bom acompanhar os próximos passos e compartilhar com você um pouco do que estamos construindo juntos.

Ah, hoje começo os ensaios para o recital do Em Tempo Estúdio, outro espaço em que leciono. O recital acontecerá em novembro, no Edifício Argentina, aqui no Rio de Janeiro. Em breve conversaremos melhor sobre isso.

Por ora, fico por aqui, feliz por poder compartilhar essa reflexão e grato pela oportunidade de acompanhar o crescimento de tantos estudantes. Que venham os ensaios, os estudos, as descobertas e os próximos encontros musicais!

Bom fim de semana! Deus te abençoe!

Reflexão · 26 de outubro de 2026

A Pedra do Sepulcro

Quantos de nós já nos deparamos com situações que, aos nossos olhos, eram impossíveis de resolver? Sim! Somos seres humanos, incapacitados, frágeis, limitados e, muitas vezes, cheios de falta de fé — e perdão pela redundância!

Compartilho com você, a partir de agora, o que li há pouco em minha devocional...

Algumas mulheres que seguiam Jesus estavam indo em direção ao seu sepulcro. Tristes, angustiadas e desorientadas — isso fica por minha análise e percepção — após a partida do Mestre, elas não sabiam ou não se lembravam daquilo que Ele mesmo havia ensinado: convinha que padecesse, mas que ressuscitasse ao terceiro dia.

Elas seguiam em direção ao sepulcro e, enquanto caminhavam, indagavam e se angustiavam por conta de uma limitação física. E aqui vão minhas palavras novamente: “Deve haver uma pedra fechando o sepulcro. Nós somos mulheres, como vamos tirá-la?”.

Sim! Havia uma pedra selando o sepulcro. Na verdade, era necessário que houvesse uma, por questões de higiene e segurança — lembre-se do sepulcro de Lázaro. Mas o que elas constataram foi que, ao chegarem ao local, a situação não era exatamente aquela que imaginavam encontrar.

E aqui utilizo as Sagradas Escrituras:

“E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande.” (Marcos 16:4).

Pare um pouco e pense comigo: a pedra era muito grande! Não era uma pedrinha qualquer, que poderia ser retirada com um simples empurrão. Era um obstáculo real, visível e que, aparentemente, estava além das possibilidades daquelas mulheres.

Mas havia algo que elas ainda não sabiam enquanto caminhavam em direção ao sepulcro: a pedra já havia sido removida!

Veja que interessante! Elas estavam preocupadas com algo que, aos seus olhos, poderia impedir que chegassem ao destino. Talvez tenham se perguntado como fariam para resolver aquele problema. Talvez tenham pensado que não conseguiriam prosseguir por conta daquela limitação. Afinal, como remover uma pedra tão grande?

Entretanto, enquanto elas se preocupavam com a pedra, algo já havia acontecido.

Quantas vezes fazemos o mesmo? Quantas vezes começamos a caminhada e, antes mesmo de chegar ao destino, já estamos preocupados com aquilo que poderá nos impedir de prosseguir? Quantas vezes olhamos para as dificuldades e nos esquecemos de que não temos o controle de todas as coisas?

Sim! Somos limitados. Há situações em que não sabemos o que fazer, para onde ir ou como resolver determinado problema. Há momentos em que olhamos para o que está diante de nós e simplesmente não conseguimos enxergar uma saída.

E não estou falando apenas de questões relacionadas à nossa vida espiritual. Refiro-me também à vida profissional, artística, emocional e a tantas outras áreas que fazem parte da nossa caminhada. Existem problemas que nos tiram o sono, situações que nos deixam angustiados e obstáculos que parecem grandes demais para as nossas forças.

A pedra pode estar ali, bem diante dos nossos olhos. Podemos enxergá-la, reconhecer seu tamanho e até pensar que não conseguiremos removê-la. Afinal, não precisamos fingir que os problemas não existem. A pedra era real, era grande e estava no caminho daquelas mulheres.

Mas será que o tamanho da pedra deveria ser a última palavra?

Retorno, então, à minha indagação inicial: quantos de nós já nos deparamos com situações que, aos nossos olhos, eram impossíveis de resolver?

Sim! Há uma pedra selando o sepulcro. Seja em sua vida profissional, artística, emocional ou naquilo que estamos presenciando em nossos dias, pode parecer que existe um obstáculo impossível de superar. Olhamos para a situação, avaliamos nossas forças e concluímos que não conseguiremos seguir adiante.

E, muitas vezes, é justamente nesse momento que nos esquecemos de olhar para além daquilo que está diante de nós.

As mulheres estavam preocupadas com a pedra, mas a pedra já havia sido removida. O obstáculo que parecia impedir o acesso ao sepulcro não estava mais no lugar. E o que poderia ter sido motivo de desânimo deu lugar a uma realidade completamente diferente daquela que elas imaginavam encontrar.

Não é maravilhoso?

Talvez você esteja lendo estas linhas e pensando em alguma pedra que parece estar diante de você neste exato momento. Talvez seja uma situação que se arrasta há algum tempo, uma preocupação que insiste em permanecer ou uma circunstância que parece não ter solução.

Não conheço todas as suas lutas, e não pretendo dizer que sei exatamente o que você está vivendo. Mas quero compartilhar com você a mesma mensagem que me levou a escrever este texto: não permita que o tamanho da pedra seja maior do que a sua confiança naquele que tem o poder de removê-la.

E não pense que estou dizendo que devemos ignorar as dificuldades ou deixar de fazer aquilo que está ao nosso alcance. As limitações existem, e reconhecê-las também faz parte da nossa caminhada. A questão é não permitir que elas sejam a única coisa que conseguimos enxergar.

Afinal, a nossa percepção é limitada. Vemos o que está diante dos nossos olhos, mas não conhecemos todas as coisas. As mulheres caminhavam preocupadas com a pedra, sem saber que ela já havia sido removida. E nós? Quantas vezes nos angustiamos antecipadamente por situações que ainda nem enfrentamos?

Quantas vezes permitimos que o medo do que poderá acontecer nos impeça de dar o próximo passo?

Voltemos às Escrituras. Depois de constatarem que a pedra havia sido removida, as mulheres receberam uma mensagem que também merece nossa atenção:

“Não vos assusteis...” (Marcos 16:6).

Sim! Não vos assusteis!

Que palavras preciosas! A pedra havia sido removida, e a mensagem anunciada naquele lugar não era de derrota, mas de vitória. Jesus não estava ali como elas poderiam imaginar. A ressurreição era a realidade que transformava completamente o sentido daquela visita ao sepulcro.

É essa mensagem que desejo deixar com você nesta segunda-feira. Não sei qual pedra está diante dos seus olhos, mas a mensagem da ressurreição nos convida a olhar para além daquilo que parece impossível.

Não permita que o medo determine o fim da sua história. Não se esqueça das palavras que já foram ditas e das promessas nas quais você deposita sua fé. E, acima de tudo, lembre-se de que a nossa visão é limitada, mas Deus não está limitado àquilo que conseguimos enxergar.

Ah, não posso deixar de te convidar! Amanhã estarei no Encontro de Arte e Cultura do Nova Iguaçu Country Club. Será uma alegria imensa ter você lá! Fique ligado em minhas redes sociais e acompanhe também as informações que compartilharei por aqui.

Por enquanto, fico por aqui, desejando a você uma excelente segunda-feira.

Boa segunda-feira! E não se esqueça: Ele já removeu a pedra do sepulcro.

Deus te abençoe!

Continue a viagem

Do texto para o som.

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